afinal, para quê serve o jiu-jitsu?

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A utilidade do jiu-jitsu na vida das pessoas varia de pessoa para pessoa. Normalmente o jiu-jitsu é procurado como uma ferramenta para dar mais auto-confiança e empoderamento, mas ao longo do tempo é percebido que o jiu-jitsu é mais do que isso.

 

Os benefícios do jiu-jitsu dentro de uma comunidade carente são diferentes dos benefícios do jiu-jitsu em uma academia em bairro nobre, mas mesmo assim todos vão compartilhar do mesmo sentimento de satisfação e alegria ao colocar seu kimono e pisar no tatame.

 

Para as pessoas acima do peso o jiu-jitsu pode servir como um gatilho para hábitos mais saudáveis e para quem é muito magrinho o jiu-jitsu vai servir como uma forma de aumentar a auto-confiança.

 

O jiu-jitsu serve para melhorar sua vida pessoal e profissional. Quem pratica jiu-jitsu consegue liberar o estresse em cada sessão de treino, extravasando o sentimento ruim e pesado, que, por exemplo, um problema familiar ou uma dor de cabeça no trabalho podem trazer.

 

Quando você começar a praticar o jiu-jitsu você vai perceber que é muito mais do que “pessoas se agarrando” ou uma arte marcial simplesmente. O jiu-jitsu é mais do que técnicas e é mais do que competições e atletas.

 

O jiu-jitsu vai mudar a sua vida para melhor e vai servir como ferramenta para muitas áreas da sua vida que você nem imaginava. Na minha vida trouxe muitas mudanças como autoconfiança, controle emocional, controle físico e até mesmo me trouxe um negócio. Basta você saber suas necessidades e buscar isso em um tatame de jiu-jitsu.

 

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O jiu-jitsu é, em sua essência, uma arte marcial focada quase que exclusivamente na defesa pessoal. Utilizando técnicas de projeção, alavancas nas articulações e estrangulamentos o jiu-jitsu é útil até mesmo para quem sabe pouco da arte, confirmando ainda mais aquele ditado “em terra de cego, quem tem um olho é rei”.

 

O jiu-jitsu foi baseado no judô e desenvolvido ao longo dos anos pela família Gracie. No início do século XX Mitsuo Maeda veio ao Brasil e com ele trouxe o Kodokan Jujutsu, que posteriormente viria a ser conhecido como Judô. A viagem de Maeda para o Brasil era para divulgar o Kodokan Jujutsu e, em 1915, ao chegar em Belém do Pará conheceu Gastão Gracie, pai de oito filhos e grande entusiasta das artes marciais, que levou seu filho Carlos Gracie para aprender a modalidade.

 

Carlos era pequeno e frágil e encontrou no Kodokan Jujutsu a solução para seu menor porte físico. Quando se mudou para o Rio de Janeiro, com a família, em 1925, tinha 19 anos e já era um lutador conhecido por derrotar adversários maiores e mais fortes que ele. 

 

Com o objetivo de provar a superioridade do jiu-jitsu e formar uma tradição familiar, Carlos Gracie desafiou grandes lutadores da época e passou a gerenciar a carreira dos irmãos. A família Gracie lutava em combates de Vale-tudo, onde não haviam regras, lutas terminando pelo nocaute ou finalização.

 

Ao modificar as regras internacionais do judô e jiu-jitsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de estilo, ou esporte, reconhecido na história de modalidades brasileiras exportadas para o mundo Anos depois, a arte marcial passou a ser denominada de gracie jiu-jitsu e depois veio a surgir o Brazilian jiu-jitsu, sendo exportada para o mundo todo, até mesmo para o Japão.

 

O principal objetivo do gracie jiu-jitsu passou a ser a finalização do oponente e não era mais tão focado nas partes de queda. Ao longo do tempo ele foi se aprimorando ainda mais, principalmente com a nova descoberta da família Gracie, o irmão mais novo de Carlos, Hélio Gracie.

 

Hélio Gracie ajudou a melhorar os príncipios básicos da guarda e, como os irmão já faziam, vencia adversários muito maiores e mais fortes que ele próprio utilizando técnicas de alavanca e projeção ao solo.

 

O jiu-jitsu é, considerada por muitos, a arte marcial mais eficiente no combate um a um e é uma das melhores formas de defesa pessoal do mundo, inegavelmente. Tanto que é o esporte individual que mais cresce no Brasil, com mais de 550 mil praticantes e mais de 3000 academias espalhadas por todos os cantos do país.

Qual a conclusão?

A arte marcial já não é apenas uma forma de combate e passou a ser um estilo de vida. O falecido Mestre Carlos Gracie possuía 12 mandamentos e o primeiro deles ilustra o maior benefício que o jiu-jitsu pode trazer para você, a paz de espírito. O primeiro mandamento é: "Ser tão forte que nada possa perturbar a paz sua mente" e ele complementa no décimo: "Ser grande demais para sentir desassossego, nobre demais para sentir cólera, forte demais para sentir terror e feliz demais para sentir contrariedades".

Até hoje eu não encontrei melhor forma de cumprir esses dois mandamentos do que usando o jiu-jitsu. O jiu-jitsu engloba várias filosofias existentes e vai trazer calmaria para a tempestade que é a nossa mente. Com o jiu-jitsu você aprende a cultivar hábitos saudáveis, blinda seus pensamentos para a negatividade, aprende lições de vida importantíssimas como respeito, humildade e empatia, além de fazer novos amigos a cada treino e participar de uma das comunidades mais engajadas do planeta. 

Em qualquer lugar que você encontrar um praticante de jiu-jitsu você terá assunto em comum, o tatame será o elo inicial para uma amizade verdadeira e isso não tem preço.

Depois de ver tantos benefícios a única coisa que falta para você é experimentar!

Aguardo você em breve nos treinos, SERÁ UM PRAZER PODER SER SEU PROFESSOR!

Oss.

Ass.: Lawrence Luna

Faixa Preta de Jiu-Jitsu e Judo

Professor e Sócio da HeavyBrothers

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Sistema de graduação

Com o intuito de mais uma vez uniformizar e facilitar o ensino e a prática do Jiu-Jitsu, assim como padronizar os modelos de competição, a International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF) montou o Sistema Geral de Graduação.

Para os praticantes a partir dos 16 anos a ordem das faixas segue a seguinte coloração:

 

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O tempo entre as graduações varia de academia para academia, mas o tempo recomendado pela IBJJF segue o quadro abaixo:

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